COMO FUNCIONA

Psicoterapia

PSICOTERAPIA

1. O que é a terapia de aceitação e compromisso

A terapia de aceitação e compromisso (ACT) é uma intervenção cognitivo-comportamental contextual baseada em evidências1 e foi desenvolvida por Steven Hayes e colaboradores2, no final dos anos 1980. Tem como filosofia o contextualismo funcional, ampara-se nos fundamentos da ciência da evolução e nos princípios comportamentais ampliados pela teoria das molduras relacionais (RFT)1.

Para o contextualismo funcional “Tudo aquilo que acontece não pode ser visto isoladamente. Para entendermos o comportamento humano, temos que olhar para a situação em que ele ocorre”. Neste sentido, o comportamento não é “bom” ou “ruim” em si. Para entendermos a função da ação, temos que observar em que contexto está inserido e “a serviço de quê…”. Por exemplo, uma dieta alimentar pode ser “bom”, se estiver a serviço dos valores como ter uma vida saudável; ou pode ser “ruim”, se estiver a serviço de um transtorno alimentar como anorexia, ou do pensamento “preciso emagrecer para as pessoas gostarem de mim”. Trabalhar demasiadamente pode ser “bom”, se for pelo crescimento profissional; como pode ser “ruim”, se for para fugir de outras áreas da vida (neste caso, já não vão estar a serviço dos valores, mesmo sendo um comportamento considerado “positivo”). Esses são apenas dois exemplos didáticos relativamente fáceis de identificar. É importante ficar atento, pois, muitas vezes nos engajamos em comportamentos que não compreendemos “a serviço de quê…” e acabamos agindo no automático, sem consciência e clareza das nossas escolhas.

O objetivo geral da ACT é treinar a flexibilidade psicológica3, que consiste em fazer o que é importante, mesmo na presença de obstáculos psicológicos4, que são pensamentos, sentimentos, memórias e sensações desagradáveis3. Por outro lado, para a ACT, a psicopatologia ou o sofrimento humano advém da inflexibilidade psicológica, que implica na restrição de repertório comportamental do indivíduo, que significa limitar as possibilidades de comportamento que um indivíduo pode emitir durante sua trajetória de vidas2. É bom lembrar que “sofre menos quem possui repertório mais variado, mais amplo. Os déficits comportamentais podem tornar a vida mais difícil5”.

Eu gosto de definir a flexibilidade psicológica como “agir, apesar de…”. A ilustração a seguir demonstra exatamente este conceito. Por exemplo, a tristeza vem (inesperadamente ou devido a alguma circunstância previsível) e nós não podemos impedi-la de vir, nem controlar por quanto tempo ela irá ficar. Podemos nos conectar no que realmente importa (valores, metas, objetivos) e agir nesta direção. Aqui, não se trata de ignorar, negligenciar, nem ativar um modo autocrítico que não nos permite sentir a dor do momento, mas acolher esta dor e seguir em frente começando com pequenas ações.

Quando ocorre a inflexibilidade psicológica, ao invés de tentar “surfar” na emoção, limitamos o nosso repertório comportamental, repetimos sempre as mesmas ações e obtemos sempre o mesmo resultado. Por exemplo se ao sentir a tristeza, você reclamar, se isolar, discutir, ser mais ríspido com você e/ou com os outros, se anestesiar com remédios (sem prescrições médicas)  ou outras substâncias (álcool, etc.), consequentemente você não estará agindo de acordo com as suas metas e, provavelmente, você ficará neste ciclo vicioso, esperando alguma melhora, mas nada mudará. Os mesmos comportamentos resultarão sempre nos mesmos resultados, se queremos ter mudanças nos resultados, precisamos mudar nossos comportamentos. A aceitação é um princípio fundamental nessa mudança. Quando experimentamos a aceitação (que é um desafio!) temos mais chances de ampliar o repertório comportamental (ter novos comportamentos) e obter resultados diferentes, aumentando as chances de viver melhor. A aceitação consiste em sentir as experiências internas (sentimentos, pensamentos, lembranças, sensações fisiológicas) exatamente como elas surgem dentro de nós.

Tanto a flexibilidade psicológica como a inflexibilidade são, cada um, compostos por seis processos ilustrados por um hexágono6, conforme a figura 01. O hexágono interligando todos os processos demonstra o princípio de que ao se intervir em um deles, todos os demais também serão impactados

Hexágono da Flexibilidade Psicológica e Hexágono da Inflexibilidade Psicológica
Figura 1 Hexágono da Flexibilidade Psicológica e Hexágono da Inflexibilidade Psicológica

Nota. Fonte: Hayes, S.C., Strosahl, K.D., Wilson, K.W. Terapia de aceitação e compromisso o processo e a prática de mudança consciente. Porto Alegre: Artmed, 2021

A flexibilidade psicológica é composta pela aceitação, desfusão, self-como-contexto, atenção flexível no momento presente, valores escolhidos e ação de compromisso. Para cada um desses processos, há um equivalente no Hexaflex da inflexibilidade psicológica, que corresponde a esquiva experiencial, a fusão cognitiva, ao self-como-conceito, a atenção inflexível, a falta de clareza dos valores e inação6.

  1. Aceitação e esquiva experiencial

A aceitação é uma postura, uma forma de se relacionar com os eventos internos, que consiste em observar o que ocorre dentro da pele, sem tentativas de mudar sua frequência ou forma1,2,3. O oposto da aceitação é a esquiva experiencial, que ocorre quando uma pessoa não está disposta a entrar em contato com as experiências internas e se engaja em atitudes para alterá-las6.

Muitas vezes não queremos sentir emoções desconfortáveis, como a ansiedade, a tristeza, ciúmes, insegurança, medo, vergonha… e assim por diante. O que acontece quando não aceitamos esses sentimentos e, consequentemente, nos esquivamos? Deixamos de fazer algo que é importante ou temos atitudes que nos arrependemos.

Por exemplo, a ansiedade é bem desconfortável de sentir. Sim, dá uma “agonia”, um frio na barriga, náuseas, tremor, boca seca, nó na garganta, suor, dormência e, além das sensações desconfortáveis, há vários pensamentos pessimistas (“vai dar errado” / “vou morrer” / “vão rir de mim” / “vou ser inconveniente” / “não sou bom o suficiente”, “sou incapaz” etc.). É tão desconfortável que emitimos (às vezes, inconscientemente)  comportamentos de esquiva experiencial, como ingerir bebidas alcoólicas, deixar de apresentar o trabalho da escola, de chamar um amigo para sair, de fazer uma pergunta na sala de aula, de participar de um evento importante, de ter uma conversa saudável e madura em um relacionamento… Está vendo? Por não nos permitirmos sentir esta emoção (por não as aceitar) abrimos mão de ações importantes.

 A raiva, o ciúme e a insegurança também são sentimentos que não gostaríamos que aparecessem. Discussões, brigas, xingamentos, silêncio, isolamento, ausência, são alguns tipos de comportamentos que podem estar a serviço da esquiva experiencial, de tentar “se livrar” dessas emoções. Muitos destes comportamentos geram um distanciamento dos valores e um arrependimento. É o agir no calor da emoção. Neste caso, você sente um alívio, mas este alívio é efêmero e não te aproxima da vida que você quer ter. Portanto, abrir a porta para qualquer que seja a emoção, deixá-la entrar e acolhê-la mesmo que nos incomode, e direcionar a atenção aos propósitos de vida pode ser mais útil para uma vida significativa do que agir no impulso da emoção.

As duas ilustrações a seguir demonstram o processo de aceitação (flexibilidade) e o da esquiva experiencial (inflexibilidade).

Quando praticamos as habilidades que nos auxiliam em viver a flexibilidade psicológica nós adquirimos o autoconhecimento de reconhecer a emoção que surge dentro de nós e de fazer a escolha da nossa ação. Se for útil para nós, podemos agir de acordo com a emoção, seguindo o “conselho” que a emoção der. Caso contrário, se o “conselho” da emoção não tiver utilidade e não estiver alinhado com os objetivos pessoais, podemos fazer a escolha de um comportamento diferente da sugerida pela emoção.

Quando nós não reconhecemos e não desenvolvemos a habilidade de lidar com as emoções difíceis, nós tendemos a nos esquivar delas, fugindo ou lutando. É como entrar no casco da tartaruga: nos protegemos da emoção difícil, ao mesmo tempo que nos fechamos para as boas possibilidades.

2. Desfusão e fusão cognitiva

A desfusão significa observar os pensamentos com uma atitude de curiosidade e imparcialidade, sem se apegar a eles1. Na fusão há uma literalidade, onde se considera os eventos internos como se fossem fatos, e não comportamentos em uma dada situação transitória2. Há autores que sugerem que aceitação/esquiva experiencial está relacionada às emoções, enquanto a desfusão/fusão aos pensamentos.

“Não pense em um urso branco, não pense em um urso branco, não pense em um urso braço”. O que aconteceu? Você pensou em um urso branco! É o que acontece quando queremos controlar um pensamento: nós acabamos nos concentrando nele e pensando ainda mais. “Eu não vou pensar na prova” / “Não vou pensar no que aconteceu” / Não vou pensar na traição” / “Não vou pensar em…”. Também pode ser com afirmações “vou passar uma vergonha” / “não sou bom o suficiente”.

A ilustração acima demonstra justamente essa “guerra” contra os pensamentos. Não temos como fugir deles, eles estão dentro de nossa cabeça. Isso é fusão: estar preso a um pensamento de tal modo que queremos fugir dele ou contra-argumentar com o pensamento ou revidar ou confirmar ou se isolar ou provar o contrário do que estamos pensando ou… Percebe que para cada uma dessas opções, na verdade, só estamos dando mais e mais atenção ao pensamento? E quando estamos dando atenção ao pensamento destas mais diversas formas, o que estamos deixando de fazer?

A desfusão é sair da mente barulhenta, é notar que pensamentos são apenas pensamentos, que são frases em nossa cabeça, e… abrir a jaula! Dica: quando estiver preso nos pensamentos, se pergunte: se não fossem esses pensamentos, o que eu faria agora?

Por exemplo, na fusão quando uma pessoa pensa que “meus colegas de trabalho me rejeitam” ela não observa este pensamento como um pensamento, mas como uma verdade absoluta e se comporta coerente com este pensamento, podendo se distanciar dos colegas de trabalho, não cooperar com os colegas em alguma atividade de grupo, recusar convites dos mesmos para sair, etc. Quando há desfusão a pessoa pode ter o pensamento “meus colegas de trabalho me rejeitam”, observar este pensamento como um pensamento e se comportar da forma que mais se alinhe aos próprios valores, que pode ser cooperar nos trabalhos de equipe e buscar uma aproximação com os colegas.

3. Atenção flexível (sinônimo: atenção plena, mindfulness) e atenção inflexível

Atenção flexível é a consciência do momento presente1, que inclui também a percepção dos eventos encobertos (pensamentos, sentimentos, sensações fisiológicas, lembranças)2. Ocorre, por exemplo, quando uma pessoa observa os pensamentos surgindo na mente (“todas as pessoas estão me olhando”), nota os sentimentos (“ansiedade”), as sensações espalhadas pelo corpo (“boca seca”/ “coração acelerado”) e percebe, também, o mundo externo (“uma brisa que toca o cabelo” / “o cheiro de um ambiente”) direcionando a atenção para o que importa no momento presente.

A atenção flexível (mindfulness) apresenta eficácia cientificamente comprovada na redução do estresse7, no aumento da qualidade de vida8, no tratamento e na prevenção dos transtornos mentais9, no envelhecimento saudável10, na melhora da aprendizagem11, entre outros, com benefícios em crianças, adolescentes, adultos e idosos7,10.

Na atenção inflexível o passado ou o futuro dominam a consciência do momento presente1. Por exemplo, quando uma pessoa fica ruminando pensamentos futuros ou do passado (“e se isso acontecer…”; “se isso não tivesse acontecido tudo seria diferente”).

  A atenção plena não se restringe a meditação tradicional, não é uma prática religiosa, nem consiste apenas em ficar “zen”, sentado em algum lugar silencioso e meditando sem nenhuma interrupção. O mindfulness pode acontecer em uma conversa importante, na sala de aula, durante uma atividade de trabalho, na prática de uma atividade física, em todos os lugares e a qualquer momento. A atenção flexível fomenta o autoconhecimento, com a prática de notar o que está surgindo dentro de você, momento a momento. Na ilustração, o personagem pode notar a mente cheia de pensamentos e convidar a sua atenção gentilmente a se conectar com o ambiente a sua volta, gerando a possibilidade de viver e usufruir do momento presente.

4. Self-como-contexto e o self-como-conceito

Self-como-contexto é ser livre para ser, ao não se identificar nem com as experiências internas, nem com as ações2. Por exemplo, quando percebemos os pensamentos (“meus colegas de trabalho me rejeitam”, ou “todas as pessoas estão me olhando”), os sentimentos (“ansiedade”, “tristeza”) e as cenas ou lembranças que passam pela mente (“pessoas me apontando o dedo”) como se fossem nuvens no céu, que estão passando pelo céu, mas não representam a totalidade do céu. Assim são as experiências internas, ocorrem dentro de nós, mas nós não somos essas experiências, nem somos definidos unicamente por elas, somos onde todas estas experiências acontecem.

Self-como-conceito é uma forma de se relacionar com as descrições a respeito de si mesmo6. Self é a concepção de si, é o estímulo que pode ser chamado de “eu”. O self como conceito consiste em igualar a identidade do eu a outras características, como a adjetivos2. Mesmo que sejam características positivas, o  self como conceito pode gerar um padrão de comportamento rígido e pouco variado2,6. Quando uma pessoa acredita no que a sua mente lhe diz sobre si ou no que os outros lhe dizem a seu respeito (“você é muito determinada”; “você é resiliente”; “você é um fracasso”), esta pessoa agirá de acordo com estas concepções, podendo perder a sensibilidade se estas ações estão a serviço dos valores ou das autodescrições. Por exemplo, “se eu sou uma pessoa determinada, eu não posso pedir ajuda ou sair deste trabalho”, sem notar que talvez a permanência no trabalho não faça mais sentido. Outro exemplo, se alguém pensa “Eu sou um deficiente físico” e há um apego a este rótulo isto pode limitar a prática de atividades físicas adaptadas a deficiência.

    Na ilustração, observa-se que quando uma pessoa está sendo “consumida” por um pensamento, ela tende a acreditar que ela é descrita por este pensamento, ou seja, ela é exatamente o que o pensamento lhe diz que é. Por outro lado, quando a pessoa afasta-se do pensamento, se desprende deste autoconceito imposto pela mente, ela consegue observar esse pensamento pelo que ele é: apenas um pensamento. E, nesse processo de observar os pensamentos, percebe-se que, embora tenhamos os pensamentos, nós não somos definidos nem somos os nossos pensamentos, somos onde eles surgem.

5. Valores e falta de clareza dos valores

Valores são qualidades escolhidas livremente do ser e do fazer1 que norteiam as ações de compromisso. Para compreender a definição de valor podemos usar a simbologia da bússola. Qual a função da bússola? Orientar, direcionar… É uma ferramenta versátil e importante para diversas atividades que exigem orientação, proporcionando uma maneira confiável de determinar direções em diferentes ambientes. Igualmente, os nossos valores são uma fonte autêntica capaz de direcionar as nossas ações. A consciência dos próprios valores possibilita a construção da bússola, que irá orientar o caminho e proporcionar a percepção se os comportamentos emitidos aproximam ou afastam dos valores.

Por exemplo, “ser um estudante responsável”, “ser um bom pai”, “ser empático”, “ser carinhoso”, são qualidades escolhidas, valores que vão apontar uma direção a seguir.

A Falta de clareza dos valores é ocasionada por uma história de vida muito aversiva, que torna aquilo que está relacionado aos valores aversivos também e, nestas condições, o indivíduo não faz construções por defesa; ou pode ser ocasionada por falta de reforçadores positivos, em que o indivíduo não aprende a produzir aquilo que é importante para ele. Nestes casos, quando há sofrimento, indica algo com que o indivíduo se importa e não tem3.

Por exemplo, quando um indivíduo teve um relacionamento amoroso que chegou ao fim de modo traumático e, por medo de sofrer novamente, não se envolve com outra pessoa.

6. Ações de compromisso e Inação

Ações de compromisso significa colocar os valores em prática por meio de comportamentos visíveis3.

Retomando o exemplo descrito nos valores, as ações de compromisso de “ser um bom estudante” poderiam ser “ser pontual nas aulas”, “escrever as anotações do professor no caderno”, “fazer as atividades escolares”, “ficar em silêncio durante as explicações do professor”. No caso de “ser um bom pai” as ações compatíveis são reservar um tempo para ficar com os filhos, conversar com os filhos, etc.

A inação gera a dificuldade de uma pessoa entrar em contato com o que realmente importa em sua vida1. Supondo que a pessoa reconheça que tem um valor, não agir de acordo com ele pode ser uma inação.

Na ilustração a seguir, o personagem vai alcançando a direção que gostaria com pequenos passos, degrau por degrau. É comum haver um desânimo, principalmente se interpretamos que estamos distante do que almejamos. Continue com as ações de compromisso, pois parar não te aproxima do que você busca. Olhando a sua trajetória, você pode perceber que já deve ter caminhado bastante para desistir… E lembre-se: os obstáculos podem ter te fortalecido.

Em síntese, a ACT ensina habilidades para ajudar os indivíduos a deixar de lado as lutas inúteis com as experiências internas e externas, aceitar a si mesmos e aos outros como são, escolher direções valiosas para suas vidas e se comprometer com ações que levem a essas direções12.

Referências

  1. Luoma, J.B., Hayes, S.C., Walser, R.D. (2022). Aprendendo ACT manual de habilidades da terapia de aceitação e compromisso para terapeutas. Sinopsys.
  2. Lucena-Santos, P. Pinto-Gouveia, J. Oliveira, M.S. (2015). Terapias comportamentais de terceira geração guia para profissionais. Sinopsys.
  3. Saban, M.T. (2015). Introdução a terapia de aceitação e compromisso. Artesã.
  4. Lilis, J. Dahl, J. Weineland, S.M. (2016). A armadilha das dietas aprenda a lidar com suas emoções e acabe com a batalha contra a balança. Cultrix.
  5. Zortea, T. C. (2013, Agosto 5). Notas sobre repertório comportamental. [Web log message] Recuperado de: http://comportamentoesociedade.com.
  6. Hayes, S.C. Strosahl, K.D. Wilson. (2021). Terapia de aceitação e compromisso o processo e a prática de mudança consciente. ArtMed.
  7. Castro, Y. D. C. C., & Kestenberg, C. C. F. (2020). Mindfulness no manejo do estresse para estudantes universitários. Research, Society and Development9(10), e6779109192-e6779109192.
  8. Gomes, M. J., Ramos, O. M., & Galvão, A. M. (2021). Satisfação laboral, bem estar e mindfulness. Advances in Clinical Psychology, 178-178.
  9. Lima, C., & Gomides, L. (2021). Os benefícios do mindfulness como terapia complementar e integrativa na prevenção e no tratamento dos transtornos mentais menores. Brazilian Medical Students.
  10. Pinheiro, D., & Rodrigues, M. (2021). Os benefícios do Mindfulness para um envelhecimento saudável e sustentável. JIM-Jornal de Investigação Médica2(2), 036-052.
  11. Marodin, K. C., Sippert-Lanzanova, L., & Rossi, T. V. (2020). Benefícios do Mindfulness para a aprendizagem. Revista Eletrônica Científica Da UERGS, 6(3), 216-223.
  12. Eifert, G. H., & Forsyth, J. P. (2005). Acceptance and commitment therapy for anxiety disorders: A practitioner’s treatment guide to using mindfulness, acceptance, and values-based behavior change. New Harbinger Publications.

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